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Doidão Bahia (José Cardoso de Araújo)
Doidão. Local: Ateliê do artista na Rua Ana Néry, n. 42 (Cachoeira – BA) em 2008. (Foto: S. Pêpe)

(Cachoeira, Bahia, Brasil, 13 de outubro de 1950) Formação Autodidata. Período de atividade 1967 – Atualmente Principal especialidade Escultura de madeira Outras atividades: Comercializa esculturas. Assinatura: Dados biográficos: José Cardoso Araújo nasceu em Cachoeira (BA) em 1950. É sobrinho pela linha materna dos escultores Boaventura da Silva Filho (Louco) e Clóvis Cardoso da Silva (Maluco),[...]

JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Balcão de atendimento em relevo.
Sem data. Detalhe representando os orixás Oxum, Iansã, Oxalá e Oxóssi. Dimensões: Fachada frontal 228 X 103 cm; fachada lateral: 112 X 103 cm. Posto de Informações Turísticas de Cachoeira - Secretaria de Cultura e Turismo - Prefeitura de Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2013)
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Portão decorado com orixás e emblemas.
Provavelmente esculpido nos anos 1980. Mobiliário de madeira. Interior do sobrado situado na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2011).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - : Oxóssi (detalhe portão decorado).
Provavelmente esculpido nos anos 1980. Mobiliário de madeira. Interior do sobrado situado na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2011).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Oxalufã.
Escultura de madeira. Ateliê do escultor no Alecrim. (Foto: S. Pêpe, 2008).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Irmã da Boa Morte.
Cerca de 250 cm de altura. Ateliê do escultor, na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2013).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Escravo.
Escultura de madeira. Ateliê do escultor, na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2013).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Balcão de atendimento em relevo.
Sem data. Detalhe representando os orixás Oxum, Iansã, Oxalá e Oxóssi. Dimensões: Fachada frontal 228 X 103 cm; fachada lateral: 112 X 103 cm. Posto de Informações Turísticas de Cachoeira - Secretaria de Cultura e Turismo - Prefeitura de Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2013)
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Portão decorado com orixás e emblemas.
Provavelmente esculpido nos anos 1980. Mobiliário de madeira. Interior do sobrado situado na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2011).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - : Oxóssi (detalhe portão decorado).
Provavelmente esculpido nos anos 1980. Mobiliário de madeira. Interior do sobrado situado na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2011).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Oxalufã.
Escultura de madeira. Ateliê do escultor no Alecrim. (Foto: S. Pêpe, 2008).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Irmã da Boa Morte.
Cerca de 250 cm de altura. Ateliê do escultor, na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2013).
JOSÉ CARDOSO DE ARAÚJO, DOIDÃO BAHIA - Escravo.
Escultura de madeira. Ateliê do escultor, na Rua Ana Néry, n. 42. Cachoeira (BA). (Foto: S. Pêpe, 2013).
Referências
Bibliográficas:

MARTINS, Flávia; LUZ, Rogério. Santeiros da Bahia: arte popular e devoção. Recife: Caleidoscópio, 2010.

COIMBRA, Sílvia Rodrigues et al. O reinado da lua: escultores populares do Nordeste. Recife: Caleidoscópio, 2010.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL: IPHAN. Cachoeira: vivências e compreensões do patrimônio cultural. [s.l.], 2007.

Arquivísticas:

EXPOSIÇÕES de Esculturas Primitivas. “30 Anos de Esculturas Primitivas de José Cardoso de Araújo. “Doidão Bahia”. Dossiê organizado pelo artista, contendo alguns dados biográficos, lista de exposições e trabalhos de decoração realizados, algumas matérias de jornal transcritas e fotografias. Novembro de 1997. 16 p. formato ofício.

Depoimentos:

ARAÚJO, José Cardoso de Araújo (Doidão). Depoimentos a Suzane Pinho Pêpe. Cachoeira, 8 jul. 2008, 13 agosto de 2011 e 10 de maio de 2013.

SANTOS, Bernadete (Bernadete Moreira dos Santos). Depoimento a Suzane Pinho Pêpe. Cachoeira, 5 de julho de 2012.

Eletrônicas seguidas dos links:

MUSEU de Arte Popular promove exposição de obras do artista popular Louco. Disponível em: http://www2.recife.pe.gov.br/museu-de-arte-popular-promove-exposicao-de-obras-do-artista-popular-louco/ Acesso em: 20 set. 2013.

SANTANA, Leonir. Mãos que entalham arte: Os “artistas da madeira” de Cachoeira. Disponível em: http://www.ufrb.edu.br/janelasculturais/?p=107 Acesso em: 25 mjul. 2013.

SOUZA, Camila. Artista baiano conhecido como O Louco ganha exposição no Sesc Casa Amarela. Disponível em: http://www.old.diariodepernambuco.com.br/viver/nota.asp?materia=20110617121902 Acesso em 20 set. 2013.

SOUZA, Camila. Artista baiano conhecido como O Louco ganha exposição no Sesc Casa Amarela. Disponível em: http://www.old.diariodepernambuco.com.br/viver/nota.asp?materia=20110617121902 Acesso em 20 set. 2013.

Bibliografia sobre José Cardoso de Araújo (Doidão Bahia):

Livros e catálogos:

BAHIA Mystery Land. Editado por DREGER, Alan; AMADO, Jorge. Bercley, USA:  1984

CACHOEIRA e São Félix. Editores Ipojucã Cabral; André Curvello. Votorantim, 2004.

COIMBRA, Sílvia Rodrigues et al. O reinado da lua: escultores populares do Nordeste. Rio de Janeiro: Salamandra, 2009 [2008]..

COIMBRA, Sílvia Rodrigues et al. O reinado da lua: escultores populares do Nordeste. Recife: Caleidoscópio, 2010.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL: IPHAN. Cachoeira: vivências e compreensões do patrimônio cultural. [s.l.], 2007.

LIMA, Beth; LIMA, Valfrido. Em nome do autor: artistas, artesãos do Brasil. In name on the author: craft artists from Brazil. São Paulo: Proposta Editorial, 2008. 455 p. il. Texto em português com tradução paralela em inglês.

LODY, Raul; SOUZA, Marina de Melo e. Artesanato brasileiro: madeira. São Paulo: Instituto Nacional do Folclore e Funarte, 1988. 202 p. il.

MARTINS, Flávia; LUZ, Rogério. Santeiros da Bahia: arte popular e devoção. Recife: Caleidoscópio, 2010.

VERBETE Doidão. Com/Vida Popular Arts of the America. Disponível em: http://www.convida.org/doidao.html  Acesso em: 22 jul. 2013.

Periódicos:

BIENAL vai mostrar a nossa arte negra. Correio da Bahia. 2º Caderno. Cultura e Sociedade 30 set. 1987, p. 3.

CACHOEIRA não valoriza seus artistas populares. A Tarde. Municípios. Salvador, 24 mar. 1992, p. 3.

CACHOEIRA quer resgatar a sua identidade. A Tarde. Salvador, 8 mai. 1987, p. 4.

COSTA, Alzira. Cachoeira revê o fim da escravidão. A Tarde. Caderno 2. Salvador, 13 mai. 1987, p. 1.

MILAN, Betty. O nome dele é Doidão: um grande artista baiano pode perder o seu atelier. Veja, 28 de março de 2007, p. 123.

PÊPE, Suzane Pinho. Escultura e religiosidade afro-brasileira em Cachoeira. Revista Ohun, Salvador, n. 4. p. 33-59, 2008. Disponível em: http://www.revistaohun.ufba.br/pdf/Suzane_Pinho.pdf Acesso em: 15 mar. 2011.

SANT’ANA, Deddeu; MARQUES, Wanda. Exposição em Cachoeira. O Regional, Bahia, ago 1994, p. 6.

SELECIONADOS os Artistas da Bienal do Recôncavo. A Tarde. Municípios. Salvador,17 ago 1993, p. 8.

 

 

 

 

 

 

(Cachoeira, Bahia, Brasil, 13 de outubro de 1950)

Doidão. Local: Ateliê do artista na Rua Ana Néry, n. 42 (Cachoeira – BA) em 2008. (Foto: S. Pêpe)

Doidão Bahia. Local: Ateliê do artista na Rua Ana Néry, n. 42 (Cachoeira – BA), em 2008. (Foto: S. Pêpe)

Formação

Autodidata.

Período de atividade

1967 – Atualmente

Principal especialidade

Escultura de madeira

Outras atividades:

Comercializa esculturas.

Assinatura:
Verso de relevo dos anos 1980, conservado no Ateliê de Mimo (Cachoeira, BA). (Foto: S. Pêpe, em 2013)

Verso de relevo dos anos 1980, conservado no Ateliê de Mimo (Cachoeira, BA). (Foto: S. Pêpe, em 2013)

Dados biográficos:

José Cardoso Araújo nasceu em Cachoeira (BA) em 1950. É sobrinho pela linha materna dos escultores Boaventura da Silva Filho (Louco) e Clóvis Cardoso da Silva (Maluco), que começaram a esculpir na cidade de Cachoeira em meados dos anos 1960, deixando muitos seguidores. É irmão do escultor Dory (Lourival Cardoso de Araújo). Assina Doidão ou Doidão Bahia.

Adolescente, foi para Salvador, onde permaneceu cerca de 16 anos. Trabalhou no Mercado Modelo, vendo as esculturas de Louco e de seus parentes na barraca de Carlos da Silva Teixeira (ARAÚJO, 2008, 2013), que comprou ferramentas e um pedaço de jacarandá para José esculpir dentro do próprio espaço de venda (COIMBRA et al., 2010, p.136). Considera que este foi seu primeiro ateliê (ARAÚJO, 2011).  Pouco a pouco, foi trabalhando em casa, expondo e ganhou mais autonomia. Entretanto, a oportunidade dada por Carlos Teixeira foi decisiva. No Mercado Modelo conheceu Jorge Amado, Hansen Bahia, Mário Cravo e Carybé. Para este último trabalhou por um bom espaço de tempo (ARAÚJO, 2013).

Morando em Salvador, mantinha contatos com a família no interior. Em 1976, Doidão disse: “Sempre que vou à Cachoeira, encontro meu tio, o Louco. Ele se dá muito bem comigo, mas cada um no seu. Ele acha que a expressão das minhas peças é diferente – eu acho que as peças dele são fora de série” (ARAÚJO, José, 1976 citado por COIMBRA et al., 2010, p. 136). A relação de Doidão com os tios escultores é de admiração, o que está presente nas suas narrativas e, no fato de guardar algumas obras de seus ascendentes. Em 1978, Doidão voltou para Cachoeira, junto com seu irmão Dory, a quem orientou nas suas primeiras peças.

A produção de Doidão versa, sobretudo, em torno de figuras do catolicismo e do candomblé, como santos e orixás. Ele tira proveito das formas da matéria-prima, dando continuidade aos procedimentos utilizados por Louco e Maluco. Esculpe os diversos orixás, sendo os de sua preferência Iemanjá, Oxum e Ogum (MARTINS; LUZ, 2010, p.166). A sua intenção é mostrar a força do axé (energia, poder, força) que têm aqueles que estão possuídos pelo orixá, o que pode ser visto na fisionomia das figuras que esculpe.

Em 2008, explicou sobre a sua relação com o campo religioso, o que tem relação com a sociedade multicultural em que vive.

Hoje acredito em todas as religiões. Fui presidente da Igreja Católica Apostólica do Brasil em 2002. Faço parte da Irmandade. Essa igreja tem como chefes São Cosme e São Damião. Seu bispo é D. Roque. Do Candomblé, recebo encomendas de cadeira e ferramentas e, desde criança, eu ia ao candomblé de Dona Filhinha, na Rua da Feira. Os candomblés possuem esculturas nos assentamentos (pejis). E, nos anos 1980, os candomblés descobriram a escultura (ARAÚJO, 2008).

A primeira exposição de Doidão foi no Teatro Vila Velha (Salvador) em 1968, seguida de outras. Conheceu Mercedes Kruchewsky, professora da escola de Belas Artes (EBA – UFBA) quando ele expunha no Teatro Casto Alves, o que lhe motivou ingressar como aluno do Curso Livre da EBA. Segundo ele, manteve-se apenas por alguns meses nesse curso, por ter sido desaconselhado a continuar pela própria professora, para que não se afastasse de seu “estilo” (ARAÚJO, José, 2008 e 2013).

As relações entre o Doidão e Louco estreitaram-se nos anos 1980. Ambos e demais parentes decoraram o Hotel Jardim Atlântico, na Praia dos Milionários (perto de Olivença, no sul da Bahia), propriedade de um suíço que levava muitas esculturas para revender em seu país. Realizaram os painéis decorativos da agência de Feira de Santana do Banco América do Sul, sobre o tema “Coisas do Nordeste” (1985); a decoração do Centro de Convenções de Cachoeira com os motivos “Anjos e Flores”, além do painel “Religiosos”, comprados pela Emtursa (atual Bahiatursa) (ARAÚJO, 2008, 2013; EXPOSIÇÕES, 1997).

Ainda nos anos 1980, Louco comprou um terreno na Vila do Alecrim, onde construiu um ateliê, no qual Doidão trabalhou. Um dia, Louco recebeu a visita do empresário Klaus Peter no Alecrim, para lhe fazer uma encomenda destinada ao Hotel Eco-Resort, (Praia do Forte – Mata de São João – BA), hoje Tivoli. Segundo Doidão:

Tinha uma parte, onde a gente trabalhava [no sítio do Alecrim]. Aí apareceu um homem alvo, grande em um carro grande, naquela época, caravan, e convidou a gente para fazer carranca de duas caras de um metro, de um metro e meio. Ele fez o desenho de como queria, de carranca de duas caras. Meu tio disse que dava [...]. Está lá na decoração do Hotel Eco Resort, hoje chamado Tivoli (ARAÚJO, 2013).

Os contatos estabelecidos no Litoral Norte renderam a Doidão uma exposição em Guarajuba e o convite de Peter para montar um ateliê em sua propriedade na Praia do Forte, localidade muito incipiente nessa época. Segundo Doidão: “Quando cheguei na Praia do Forte, não tinha nada, tinha uma casinha de palha, carro não entrava lá” (ARAÚJO,  2013). Mas o incentivo ao turismo nessa localidade foi crescente, e ele passou a dividir o seu tempo entre Praia do Forte e Cachoeira, de onde saía parte da produção (ARAÚJO, 2013). Mantém parceria de trabalho com seu irmão Adalberto Araújo (Pretinho) que lida com a venda das esculturas (SANTOS, 2012), atendendo aos hóspedes do Hotel Tivoli, na Praia do Forte.

Doidão, nas últimas décadas, passou a dirigir essa produção, orientando os mais jovens, riscando muitas peças e trabalhando na comercialização das esculturas em Cachoeira e Praia do Forte, no Litoral Norte da Bahia. Readquiriu o sítio do Alecrim, que seu tio Louco precisou se desfazer em vida. Aí voltaram a trabalhar filhos, sobrinhos e netos de Louco.

De seus sete filhos, nenhum deu continuidade à escultura como atividade, entretanto, a sua filha Itana Cardoso interessou-se por arte. Ela realizou painéis que decoravam o restaurante A Cabana do Doidão Bahia, antiga Cabana do Pai Thomaz.

Doidão foi presidente da Associação de Artistas Plásticos e Animadores Culturais de Cachoeira (AAACC) em 1987, e foi eleito representante da comunidade no Conselho Municipal de Cultural em 2011.

 

Mostras individuais:

1968 –  Salvador, BA – Individual, no Foyer do Teatro Vila Velha.

1973 – Rio de Janeiro, RJ – Individual, na Galeria Painel.

1974 – Salvador, BA – Individual, no Foyer do Teatro Castro Alves.

1976 – Salvador, BA – Individual, no Instituto Mauá.

1977 – Recife, PE – Individual, na Galeria Nega Fulô.

1977 – Salvador, BA – Individual, na Galeria Tereza Rio Vermelho.

1978 – Salvador, BA – Individual, na Ordem Terceira do Carmo.

1979 – Salvador, BA – Individual, na Associação Cultural Brasil Estados Unidos (ACBEU).

1979  Salvador, BA – Individual, no Museu da Cidade.

1981 – Cachoeira, BA – Individual, na Galeria SPHAN-Pró-Memória.

1981 – Belo Horizonte, MG – Individual, na Galeria Kid Cabeleira.

1987 – Itabuna, BA – Individual, na Câmara Municipal de Itabuna.

1987 – Rio de janeiro, RJ  – Individual, nas Docas do Rio de Janeiro, promovida pela Petrobrás.

1988 – Alecrim, Cachoeira, BA – Individual, na Chácara Vila do Alecrim.

1989 – Camaçari, BA – Individual, no Hotel Canto do Mar.

1990 – Praia do Forte, BA – Individual, na Salão de Exposições da Fundação Bahia.

1991 – Cachoeira, BA – Individual, na Galeria do IPAC.

1992 – Cachoeira, BA – Individual, na Pousada do Carmo e do Convento.

1994 – Belo Horizonte, MG – Individual, no Hotel Itacimirim.

1996 – Praia do Forte, BA – Individual, no Hotel Praia do Forte.

1997 – Cachoeira, BA – Individual, na Câmara de Vereadores.

1997 – Atibaia, SP – Individual, na Pousada Pedra Grande.

2014 – Cachoeira, BA  – Individual, na Câmera de Vereadores.

 

Participações em Salões, Bienais e Coletivas:

1980 – Cachoeira, BA – Exposição Coletiva, do Encontro Nacional de Artistas Negros.

1980 – Cachoeira, BA – Exposição Coletiva, na Galeria Amanda Costa Pinto.

1984 – Cachoeira, BA. Exposição Coletiva, no SPHAN.

1985 – Ilhéus, BA –  Exposição Coletiva, no Atelier de Artes.

1985 – Paris, França – Mostra de Arte Internacional, no Museu de Paris.

1986 – Salvador, BA – Exposição Coletiva, da Convenção Latino-Americana.

1987 – Cachoeira, BA – Exposição em Homenagem a Tamba e Bolão, no SPHAN.

1987 – Salvador, BA – I Bienal de Arte Negra, no Museu de Arte da Bahia.

1987 – Ilhéus, BA – Exposição Coletiva Ilheustour.

1987 – Porto Seguro –Exposição Coletiva, no Praia Hotel Ulisses Guimarães

1991 – Cachoeira, BA – Exposição Coletiva, na I Semana de Arte e Cultura, na Galeria do IPAC. Organização: AAACC e Casa do Benin.

1991 – São Félix, BA – II Bienal. do Recôncavo, na Fundação Dannemann.

1992 – Cachoeira, BA – II Bienal de Cultura e Arte Negra, realizada em Salvador, com extensão em Cachoeira. (Organização: Núcleo Cultural Afro-Brasileiro, AAACC e IPAC), na Galeria do IPAC.

1993 – Salvador, BA, Exposição In Memoriam do Escultor Boaventura da Silva Filho – o “Louco”, no Museu Afro-Brasileiro. (Organização: CEAO-UFBA e AAACC)

1993 – São Félix, BA – II Bienal do Recôncavo, na Fundação Dannemann.

1994 – Cachoeira, BA – Exposição Ritos, na Galeria do IPAC.

1996 – São Félix, BA – III Bienal do Recôncavo, na Fundação Dannemann.

1998 – São Félix, BA – IV Bienal do Recôncavo, na Fundação Dannemann.

2000 – Salvador, BA – Exposição Coletiva de Artistas Regionais, na Galeria SEBRAE.

2002 – Cachoeira, BA – Cachoeira na Ótica dos Artistas Plásticos Cachoeiranos, na Câmara Municipal.

2005 – Cachoeira, BA – Exposição Coletiva, na Galeria do IPAC.

2012 – Cachoeira, BA – Exposição Coletiva Escultores de Cachoeira, no Espaço Cultural Fundação Hansen Bahia.

Referências
Bibliográficas:

MARTINS, Flávia; LUZ, Rogério. Santeiros da Bahia: arte popular e devoção. Recife: Caleidoscópio, 2010.

COIMBRA, Sílvia Rodrigues et al. O reinado da lua: escultores populares do Nordeste. Recife: Caleidoscópio, 2010.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL: IPHAN. Cachoeira: vivências e compreensões do patrimônio cultural. [s.l.], 2007.

Arquivísticas:

EXPOSIÇÕES de Esculturas Primitivas. “30 Anos de Esculturas Primitivas de José Cardoso de Araújo. “Doidão Bahia”. Dossiê organizado pelo artista, contendo alguns dados biográficos, lista de exposições e trabalhos de decoração realizados, algumas matérias de jornal transcritas e fotografias. Novembro de 1997. 16 p. formato ofício.

Depoimentos:

ARAÚJO, José Cardoso de Araújo (Doidão). Depoimentos a Suzane Pinho Pêpe. Cachoeira, 8 jul. 2008, 13 agosto de 2011 e 10 de maio de 2013.

SANTOS, Bernadete (Bernadete Moreira dos Santos). Depoimento a Suzane Pinho Pêpe. Cachoeira, 5 de julho de 2012.

Eletrônicas seguidas dos links:

MUSEU de Arte Popular promove exposição de obras do artista popular Louco. Disponível em: http://www2.recife.pe.gov.br/museu-de-arte-popular-promove-exposicao-de-obras-do-artista-popular-louco/ Acesso em: 20 set. 2013.

SANTANA, Leonir. Mãos que entalham arte: Os “artistas da madeira” de Cachoeira. Disponível em: http://www.ufrb.edu.br/janelasculturais/?p=107 Acesso em: 25 mjul. 2013.

SOUZA, Camila. Artista baiano conhecido como O Louco ganha exposição no Sesc Casa Amarela. Disponível em: http://www.old.diariodepernambuco.com.br/viver/nota.asp?materia=20110617121902 Acesso em 20 set. 2013.

SOUZA, Camila. Artista baiano conhecido como O Louco ganha exposição no Sesc Casa Amarela. Disponível em: http://www.old.diariodepernambuco.com.br/viver/nota.asp?materia=20110617121902 Acesso em 20 set. 2013.

Bibliografia sobre José Cardoso de Araújo (Doidão Bahia):

Livros e catálogos:

BAHIA Mystery Land. Editado por DREGER, Alan; AMADO, Jorge. Bercley, USA:  1984

CACHOEIRA e São Félix. Editores Ipojucã Cabral; André Curvello. Votorantim, 2004.

COIMBRA, Sílvia Rodrigues et al. O reinado da lua: escultores populares do Nordeste. Rio de Janeiro: Salamandra, 2009 [2008]..

COIMBRA, Sílvia Rodrigues et al. O reinado da lua: escultores populares do Nordeste. Recife: Caleidoscópio, 2010.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL: IPHAN. Cachoeira: vivências e compreensões do patrimônio cultural. [s.l.], 2007.

LIMA, Beth; LIMA, Valfrido. Em nome do autor: artistas, artesãos do Brasil. In name on the author: craft artists from Brazil. São Paulo: Proposta Editorial, 2008. 455 p. il. Texto em português com tradução paralela em inglês.

LODY, Raul; SOUZA, Marina de Melo e. Artesanato brasileiro: madeira. São Paulo: Instituto Nacional do Folclore e Funarte, 1988. 202 p. il.

MARTINS, Flávia; LUZ, Rogério. Santeiros da Bahia: arte popular e devoção. Recife: Caleidoscópio, 2010.

VERBETE Doidão. Com/Vida Popular Arts of the America. Disponível em: http://www.convida.org/doidao.html  Acesso em: 22 jul. 2013.

Periódicos:

BIENAL vai mostrar a nossa arte negra. Correio da Bahia. 2º Caderno. Cultura e Sociedade 30 set. 1987, p. 3.

CACHOEIRA não valoriza seus artistas populares. A Tarde. Municípios. Salvador, 24 mar. 1992, p. 3.

CACHOEIRA quer resgatar a sua identidade. A Tarde. Salvador, 8 mai. 1987, p. 4.

COSTA, Alzira. Cachoeira revê o fim da escravidão. A Tarde. Caderno 2. Salvador, 13 mai. 1987, p. 1.

MILAN, Betty. O nome dele é Doidão: um grande artista baiano pode perder o seu atelier. Veja, 28 de março de 2007, p. 123.

PÊPE, Suzane Pinho. Escultura e religiosidade afro-brasileira em Cachoeira. Revista Ohun, Salvador, n. 4. p. 33-59, 2008. Disponível em: http://www.revistaohun.ufba.br/pdf/Suzane_Pinho.pdf Acesso em: 15 mar. 2011.

SANT’ANA, Deddeu; MARQUES, Wanda. Exposição em Cachoeira. O Regional, Bahia, ago 1994, p. 6.

SELECIONADOS os Artistas da Bienal do Recôncavo. A Tarde. Municípios. Salvador,17 ago 1993, p. 8.

 

 

 

 

 

 
Autoria

Autores(as) do verbete:

Suzane Pinho Pêpe

Data de inclusão:

29/12/2013

D536

Dicionário Manuel Querino de arte na Bahia / Org. Luiz Alberto Ribeiro Freire, Maria Hermínia Oliveira Hernandez. – Salvador: EBA-UFBA, CAHL-UFRB, 2014.

Acesso através de http: www.dicionario.belasartes.ufba.br
ISBN 978-85-8292-018-3

1. Artes – dicionário. 2. Manuel Querino. I. Freire, Luiz Alberto Ribeiro. II. Hernandez, Maria Hermínia Olivera. III. Universidade Federal da Bahia. III. Título

CDU 7.046.3(038)

 

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One Response to “Doidão Bahia (José Cardoso de Araújo)”

  1. Lucidio Alves da Silva

    Tive com Doidão Bahia em Atibaia SP no ano 97 ,foi uma honra participar desta exposição. Grande abraço do amigo.

    Mestre Tiê.

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